segunda-feira, 1 de junho de 2009

Cotidiano da fuga

Vasculhando rastros de minha propriedade
Encontro partidas, queimas noturnas.
A porta da lembrança escancarada,
O desejo que outrora me movia
Hoje esconde-se acovardada em algum cômodo...
Calo! Sem a beleza da rosa do povo,
Ou a frieza da boca escarrada.
Calo!
Esqueço!
Vasculho!
Escondo!
Saio!

Nenhum comentário: