Acorda a corda do tempo,
já é hora de se ajeitar,
banho, perfurme, creme,
maquiagem, roupa, salto,
e o passo, passo.
Preciso invadir almas,
advinhar desejos.
É pra sorrir, simpatia.
Olhar nos olhos sem vascilar.
Falo e calo.
Fim do dia me dói os calos,
me dói andar.
Como devo ver, como devo ser...
Será?
Já não há mais tempo pra perguntas.
Escondo tristezas,falhas, erros,
morro de medo de errar.
Preciso que acreditem...
E uma estranha voz, tormenta:
-Você tem que acreditar!
O tempo é tudo que falta,
e me dói cada não.
Preciso ser mais forte,
falo alto, agito, enfeito,
represento e acredito,
tudo por ela...
a minha primeira impressão.
Poema para alguém com quem trabalho...
Nenhum comentário:
Postar um comentário