De qual dor falas?
Qual caminho encontras?
E que olhar não pesa como granito?
E por todas as perguntas que faço
passo da proibição ao aprendizado...
Por não chorar é que minha alma chove
,cada dia o mesmo trabalho de secar o chão de meus continentes,
e nas noites me perco, sem lembranças.
De tanto fincar minhas garras na coragem esqueço do medo,
e continua meu sorriso que só se abre com orvalho...
Já não luto por minha própria sede,
e me abandono para ver nascer outro dia
deixei rastro de rimas absurdas e obsoletas
hoje respondo teus retalhos com adistringencia massiva
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